sexta-feira, 22 de julho de 2011

FISICA- RELATÓRIO


Alunos: Evely Midiã, John Wilker, Jarbas Filho, Hanna Alves e Maria Julia.
Professor: Dielson
Disciplina: Física

Experimento sobre Lei de Ohm



Através do presente experimento, o qual tem como princípio a realização de uma prática na qual se concretiza a montagem de um circuito envolvendo princípios relacionados à Lei de OHM, tivemos como objetivo determinar a relação entre a diferença de potencial aplicada aos extremos de um resistor e a intensidade da corrente que circula pelo mesmo, além também da construção de uma curva característica de um resistor ôhmico, por meio dos dados obtidos.

Para a realização da montagem do circuito abaixo, se faz necessário à utilização de alguns materiais considerados de fundamental importância, tais como:

                                                  
1 - Um painel acrílico para associação de resistores Amorim
2 - Uma fonte de alimentação de CC regulável.
3 - Um galvanômetro100 - 0 - 100 mA e um Amperímetro.
4 - Uma chave liga-desliga (ou uma chave inversora de 3 posições)
5 - Quatro conexões de fios com pinos de pressão






É importante a verificação de alguns dados antes de começarmos a montagem do experimento. Na averiguação inicial da compatibilidade de tensão da fonte de alimentação de CC regulável utilizada no experimento com a tensão da fonte de alimentação da rede foi constatado a tensão de 220v tanto do aparelho quando a da fonte fornecedora de energia. Depois com a chave liga-desliga desligada, observamos a polaridade do miliamperímetro. Então com a realização dos “testes” inicias começamos a montagem do experimento conforme o diagrama fornecido pelo Professor orientador do experimento.

Ao realizar esta prática pudemos perceber que o tipo de associação elétrica entre a chave liga-desliga, resistor e o amperímetro são caracterizados por uma associação em série, onde se define um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em série. Vale Ressaltar que no circuito série, a mesma corrente tem que passar através de todos os componentes em série. Um amperímetro colocado entre quaisquer componentes deste circuito irá indicar a mesma corrente, como ocorreu em nosso caso.

Medição no Galvanômetro: 30mA

Características do Resistor em relação as suas cores

- Marrom
- Preto
- Marrom
- Dourado 100 +/- 5%

Resistores conectados em série





Trocando a posição dos pinos X e Y conectados ao miliamperímetro e ao ligar novamente a chave auxiliar, percebemos que ao invertemos a polaridade desses pinos, inverte-se também consequentemente a corrente aferida no galvanômetro, passando a ser negativa de -30 mA. 

Um dos instrumentos utilizados para nossa prática era um modelo especial de miliamperímetro, onde ele possui a característica de ter o zero no meio da escala, facilitando as medições, caso haja a inversão da polaridade dos pinos, mas se fosse de um modelo Standard, onde o zero fica à esquerda do painel e consequentemente invertemos a polaridade dos pinos, iríamos perceber que o medidor iria permanecer no zero, querendo passar do mesmo, só que isso trará prejuízo ao aparelho, podendo assim danificá-lo, alterando a medição do aparelho.

Ao ligarmos qualquer medidor de corrente (amperímetro, miliamperímetro, etc.) a um circuito de corrente continua, deve ligá-lo em série, dependendo do tipo de aparelho, ter cuidado com a polarização.

Regulando a Fonte para 1 VCC, o valor lido no miliamperímetro em ampères foi de 0,01 A.

VIDEO1



Como mostra o gráfico a seguir:




Podemos observar que a figura geométrica é uma reta, então isso quer dizer que a tensão e a corrente são diretamente proporcionais, quanto maior for a tensão maior será a corrente. E podemos observar que a declividade do gráfico representa o que já mencionamos, quanto maior a tensão maior a corrente, então os pontos crescem conjuntamente.

E se tratando de resistores. Os resistores em que a diferença de potencial (ddp), (V) aplicado é proporcional a corrente elétrica (I) são chamados resistores ôhmicos, para eles a relação entre ddp e corrente é constante e chamada de resistência elétrica (R). A unidade da medida de resistência elétrica no sistema internacional (SI ou MKS) é o 0hm, cujo símbolo é a letra grega ômega maiúsculo (Ω). Um ohm corresponde a resistência de um dispositivo em que se aplica uma ddp de 1V e pelo qual passa uma corrente de 1A: 1Ω = 1V/1A.

VIDEO 2

Ao alisarmos os valores de tensões e corrente medidos e expressos na tabela 2, classificamos o resistor 1 como ôhmico pois  a relação entre ddp e corrente é constante obedecendo a lei de Ohm.



Experimento sobre a Identificação de um resistor não Ôhmico

Através do segundo experimento, cujo foco agora é a identificação de um resistor não ôhmico, tivemos como propósito o de aprender a manusear alguns aparelhos, como exemplo o voltímetro e o amperímetro para assim desenvolver habilidades no manuseio dos mesmos, manusear também o voltímetro e amperímetro do modelo standart, e com os resultados obtidos com mediação desses aparelhos construir uma curva característica de um resistor não ôhmico.
Nessa segunda prática, a qual teve como objetivo a montagem de um novo circuito, utilizamos alguns materiais os quais podem ser visto abaixo:





1- Uma fonte de CC regulável
2- Um painel acrílico para a associação dos resistores
3- Uma chave liga e desliga com três conexões
4- Quatro conexões com fio pino banana
- Uma conexão com lâmpada 6V e pinos de pressão



- Um multiteste com fundo de escala próximo a 3 A CC


Montamos então o circuito conforme o esquema proposto por nosso orientador, lembrando sempre de deixar a chave auxiliar desligada e depois regular para zero volt com a chave ainda desligada.


É importante destacar no circuito acima a ligação de um lâmpada de 6V. Com o acréscimo da lâmpada variamos de forma proporcional tensão e a corrente que estavam sendo aplicada no circuito, com isso observamos o que aconteceu com o brilho da lâmpada. Através da aplicação de tensão no circuito que variava de 1 a 12v, fomos aumentando proporcionalmente de 1 a 1v até chegar a 6V devido nossa lâmpada só suportar 6v, notou-se o aumento da corrente e do brilho da lâmpada. O gráfico pode ser visto abaixo:



É considerado resistor ôhmico, resistores em que a diferença de potencial aplicada é proporcional a corrente elétrica, onde para eles a relação entre a diferença de potencial e a corrente é constante e chamada de resistência elétrica. E como é possível observar no gráfico abaixo isso não acontece, pois o valor da resistência está aumentando à medida que se aumenta a tensão e varia a corrente, tendo assim esse gráfico, características de um resistor não ôhmico.

Não ôhmico no caso da lâmpada, por exemplo, pode-se observar um comportamento não linear que ocorre devido à resistência elétrica do filamento de tungstênio variar com a temperatura. Quando a temperatura da lâmpada aumenta muito, e ela se acende, a resistividade do tungstênio se altera e aumenta consideravelmente. Portanto a resistência elétrica do filamento também se altera e ocorre um comportamento não linear.


VIDEOS:



(VIDEO 1)
(VIDEO 2)





Referências:

Todas as Fotos foram do celular da integrante Evely Midiã.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

GEORG SIMON OHM E A ELETRICIDADE (1787 - 1854)


AUTORES: JAMERSON ARAÚJO, JANNINNE CAVALCANTE, NILLIS NERY E SARA CRISTIAN
TURMA: 88132








 Disponível em: http://www.conpract.com/campo%20y%20potencial%20electrico/intensidad%20de%20corriente/index.html

Georg Simon Ohm nascido na Bavária, Alemanha, trabalhava como professor secundário de Matemática no Colégio dos Jesuítas, em Colônia, mas desejava lecionar na universidade. Para isso, ele precisou, como prova de admissão, que realizasse um trabalho de pesquisa inédito. Optou por fazer experiências com a eletricidade, e para isso construiu seu próprio equipamento, incluindo os fios.
Experimentando diferentes espessuras e comprimentos de fios, acabou descobrindo relações matemáticas extremamente simples envolvendo essas dimensões e as grandezas elétricas. No começo, verificou que a intensidade da corrente era diretamente proporcional à área da seção do fio e inversamente proporcional a seu comprimento. Com isso, Ohm pôde definir um novo conceito: o de resistência elétrica.
Resistência elétrica é o fenômeno em que os elétrons livres que fluem ao longo do fio ou cabo elétrico têm de passar por entre os átomos que o compõe, chocando-se constantemente com eles. Desse modo, o fluxo de elétrons é brecado pela resistência que os átomos opõem à sua passagem.
Em 1827, Ohm conseguiu formular um enunciado que envolvia, além dessas grandezas, a diferença de potencial: "A intensidade da corrente elétrica que percorre um condutor é diretamente proporcional à diferença de potencial e inversamente proporcional à resistência do circuito". Tal enunciado é até hoje conhecido como Lei de Ohm. 

Observe:  V = R.i
• V é a diferença de potencial, cuja unidade é o Volts (V);
• i é a corrente elétrica, cuja unidade é o Àmpere (A);
• R é a resistência elétrica, cuja unidade é o Ohm (Ω).




É importante destacar que essa lei nem sempre é válida, ou seja, ela não se aplica a todos os resistores, pois depende do material que constitui o resistor. Quando ela é obedecida, o resistor é dito resistor ôhmico ou linear. A expressão matemática descrita por Simon vale para todos os tipos de condutores, tanto para aqueles que obedecem quanto para os que não obedecem a lei de Ohm. Fica claro que o condutor que se submete a esta lei terá sempre o mesmo valor de resistência, não importando o valor da voltagem. E o condutor que não obedece, terá valores de resistência diferentes para cada valor de voltagem aplicada sobre ele.
Embora estes estudos tenham sido uma colaboração importante na teoria dos circuitos elétricos e suas aplicações e para a eletricidade, o cargo universitário tanto almejado por Ohm lhe foi negado. Suas conclusões, em parte, não receberam boas críticas. Ohm teve até mesmo que se demitir do seu emprego de professor secundário em Colônia, e viveu na pobreza durante os seis anos seguintes. Em 1833, ele se reintegrou nas atividades cientificas aceitando um cargo na Escola Politécnica de Nuremberg.

OHM E AS FORÇAS ELETROSCÓPICAS


Em sua obra principal - intitulada Teoria Matemática das Correntes Elétricas -, escrita no ano de 1827, Ohm estabelece um paralelo entre seus conceitos e os conceitos expostos pelo físico e matemático francês Jean-Baptiste Joseph Fourier (1768-1830) no livro Teoria Analítica do Calor: a intensidade da corrente, ou fluxo de eletricidade, é análogo ao do calor; o correspondente da temperatura é o que denomina força eletroscópica em um dado ponto. Ohm então apresenta a hipótese de que "uma molécula eletrizada só pode comunicar eletricidade ás moléculas contíguas (...) e a grandeza do fluxo entre duas moléculas contíguas é proporcional, em circunstâncias iguais, à diferença das forças eletroscópicas que as duas moléculas possuem, da mesma maneira que, na teoria do calor, o fluxo de calor é considerado como proporcional à diferença de suas temperaturas".

Ohm ainda considerava que "a tensão (ou força eletromotriz) é definida pelo seguinte princípio: quando dois corpos tocam-se, fica estabelecida no ponto de contato uma diferença constante entre suas forças eletroscópicas". Ohm descreve também esquematicamente como medir a força eletroscópicas, através de um eletroscópio. Caracteriza este dispositivo como sendo um simples plano de prova de pequeníssimas dimensões, de tal maneira que, quando é posto em contato com a parte do condutor (percorrida por uma corrente) que pretende-se explorar, seja possível considerá-lo como substituído nessa parte; então, acontece que as forças eletroscópicas (desse plano de prova), medidas pela força que exercem sobre uma espécie de balança de Coulomb, são diferentes para os diversos pontos tocados e elas dão a conhecer as diferenças que existem no estado elétrico desses respectivos pontos.

Outras contribuições

Ohm introduziu uma terminologia científica nos fenômenos da eletrocinética. Comparou a corrente elétrica à vazão de um líquido, e a diferença de potencial a uma diferença de nível. Também definiu com precisão as correntes elétricas, a intensidade e a força eletromotriz. Por volta de 1830, Ohm demonstrou o fenômeno da polarização das pilhas. A seguir, estudou a acústica e, em 1843, mostrou que o ouvido é capaz de apreender vibrações sinusoidais distinguindo-as do conjunto. Elaborou também a teoria da sirene e estudou a interferência dos raios luminosos polarizados nas lâminas cristalinas.

Assim como outros pesquisadores e cientistas, seu trabalho começou a ser reconhecido primeiramente no exterior. Então, só em 1849, Ohm conseguiria tornar-se professor da Universidade de Munique, cargo no qual permaneceria por apenas cinco anos, os últimos de sa vida.

REFERÊNCIAS:
  • http://www.eletronika.net/wp/lei-de-ohm
  • http://educacao.uol.com.br/fisica/ult1700u46.jhtm
  • http://www.explicatorium.com/Georg-Ohm.php
  • http://www.knoow.net/cienciasexactas/fisica/ohmgs.htm
  • http://educacao.uol.com.br/biografias/georg-simon-ohm.jhtm
 



domingo, 17 de julho de 2011

LUIGI GALVANI E A ELETRICIDADE


Discentes: Felipe, Fernanda, Jefferson e Luana  - 3º ano, Eletrotécnica
Disciplina: Física    Docente: Dielson Pereira



GALVANI E A ELETRICIDADE ANIMAL

 Disponível aqui. 
LUIGI GALVANI (1737 - 1798)

A época datada por volta do século XVIII foi de grande importância para a área da eletricidade, pois nesse período, pesquisas realizadas por grandes estudiosos foram essenciais para que as primeiras noções sobre os fenômenos elétricos fossem surgindo. Nessa época Franklin especifica a noção de carga elétrica e Coulomb elabora a lei do quadrado do inverso das distancias para interações entre cargas elétricas, contribuindo para a evolução dos estudos na área da eletricidade. Foi nesse período de grandes avanços que Galvani se inseriu, e teve como sua teoria principal a "eletricidade animal", porém, para abordá-la, primeiramente temos que entender as condições que proporcionaram o seu surgimento.
Luigi Galvani nasceu em Bolonha, na Itália no ano de 1737. Antes dos fenômenos elétricos despertarem seu interesse, ele cursou Filosofia e Letras e mais tarde se formou em medicina e trabalhou como professor de anatomia e obstetrícia.

Em 1756, durante seus estudos, acontece o seguinte acontecimento relatado abaixo:

" Tendo dissecado e preparado uma rã, coloquei-a sobre uma mesa onde se achava, a alguma distância, uma máquina eletrostática. Aconteceu por acaso, que um dos meus assistentes tocou a ponta de seu escalpelo no nervo da coxa da rã; imediatamente os músculos dos membros foram agitados por violentas convulsões", afirmou ele.


Disponível aqui.  
 Afim de estudar mais a fundo o que ele havia observado acidentalmente, ele repetiu a experiência sob outras circunstâncias. Em um dia muito tempestuoso, ele reparou que os efeitos que a eletricidade atmosférica provocara eram iguais aos provocados pela máquina eletrostática. Coisa que não pôde ser observada em um dia sem tempestades. Ele resolveu então testar uma outra situação, fixando um gancho de cobre na medula da rã, fechando o "circuito", suspendendo o gancho a uma rede de ferro, onde ele pôde observar que as violentas convulsões se repetiram. Depois, ele colocou o animal em uma placa de ferro e quando ele  encostou na placa com o gancho de cobre que estava fixo na medula do animal, ele observou que as contrações se repetiram novamente. Ele tentou repetir a experiência em outras situações, obtendo os mesmos resultados com os metais, porém quando ele utilizava materiais não condutores nada acontecia.

Desta vez ele descreve: " Levei o animal para um quarto fechado e coloquei-o sobre uma placa de ferro; quando toquei a placa com o fio de cobre, fixado na medula da rã, vi as mesmas contrações espasmódicas de antes. Tentei outros metais, com resultados mais ou menos violentos. Com os não condutores, todavia, nada se produziu. Isso era bastante surpreendente e conduziu-me a suspeitar de que a eletricidade era inerente ao próprio animal, suspeita que foi confirmada pela observação de uma uma espécie de circuito nervoso sutil (semelhante ao circuito elétrico da garrafa de Leide) fecha-se dos nervos aos músculos quando as contrações se produzem".


Essas observações o levaram a concluir que a eletricidade era inerente ao próprio corpo do animal, por isso foi denominada eletricidade animal, onde o cérebro conduzia corrente elétrica, na época chamada de fluido elétrico, para os músculos através do sistema nervoso. Essa teoria de início foi aceita e ganhou um grande numero de adeptos, causando entusiasmo inclusive em Alessandro Volta, que mais tarde viria a se tornar um dos seus maiores opositores, dizendo que na verdade o fenômeno se tratava de uma simples decorrencia de um estímulo mecânico. A partir desta teoria, Galvani estabelece ainda uma comparação com a garrafa de Leiden, sendo o nervo a armadura interna e o músculo a armadura externa.

Mais informações sobre Garrafa de Leiden, aqui.

Com essa descoberta, Galvani acreditava ter encontrado um detector muito sensível de corrente e descargas elétricas e devido a isso, em sua homenagem, o instrumento que utilizamos pra medir corrente elétrica de baixa intensidade é denominado galvanômetro.

Disponível aqui.

Galvanômetro
Certo tempo antes de falecer, Galvani fez uma viagem ao Adriático afim de estudar o comportamento dos torpedos, que são uma espécie de "peixe elétrico". Galvani acreditava que o choque provocado pelo animal era de natureza elétrica e que ele era mais intenso nos músculos do animal, Essas observações serviram para ele como outra confirmação da veracidade da sua tese sobre eletricidade animal.
Logo após essa viagem, em 1798, Luigi Galvani veio a falecer, e ao contrário do que parece, seus estudos foram de muita importância para o avanço da eletricidade.



REFERÊNCIAS


Thomas Alva Edson


           Thomas Alva Edison considerado um dos precursores da revolução tecnológica do século XX., filho mais novo de Samuel Edison e Nancy Elliot Edison nasceu em (11/02/1847), na cidade de Milan,no estado de Ohion nos Estados Unidos numa família de classe média.Ao entrar na escola teve problemas foi considerado um mal aluno pois não fazia as lições da escola ,era extremamente curioso e ouvia mal. Com seu pouco aproveitamento na escola sua mãe torna-se uma espécie de professora particular do garoto, daí é quando ele começa a se interessar pela área da ciência, lendo descontroladamente todos os livros de sua mãe .Destacando-se como inventor entre as suas principais invenções está  a lâmpada elétrica .Aos 31 anos Edson inicia o desafio de obter a luz a partir da energia elétrica outros pesquisadores já haviam obtidos alguns resultados mais seus dispositivos tinha vida curta,Edson inicialmente tenta utilizar filamentos metálicos mas não conseguiu obter êxito ,depois de muitas tentativas Edson descobriu o filamento ideal  : um fio de algodão parcialmente carbonizado. Instalou o fio num bulbo de vidro com vácuo, que se aquecia com a passagem da corrente elétrica até ficar incandescente, mas sem que derretesse ou queimasse. Em 1879 a lâmpada construída brilhou por mais de 48 horas continuas. Dois anos depois, Edison constrói a primeira estação geradora de eletricidade produtora de corrente contínua. Ficava em Nova York.Entre . Outras invenções importantes de  Thomas Edison : ele foi o primeiro a conseguir gravar o som em 1877 inventando assim o fonógrafo,outra invenção foi o  telefone de parede de 1879. Entre adaptações feitas por Edson está: O telégrafo "multiplex" de Edison foi uma adaptação do telégrafo. Criado em 1869. O "cinestocópio", aparelho adaptado do "cinematógrafo",além de imagens eram apresentados também sons gravados simultaneamente. Essas são algumas de muitas contribuições para o desenvolvimento tecnológico e científico dadas por Thomas Edson .




Referências

Sites acessados em (16/07/20011)


Imagen1:http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.blogdomadeira.com.br/
http://www.thomasedison.com/
http://alvaedison.vilabol.uol.com.br/invencoes.htm
http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111446.shtml
http://alvaedison.vilabol.uol.com.br/cronologia.htm



Disciplina :Física                        Professor :Dielson Hohenfield                                                                       Alunos : Alan Barbosa,Hanna Alves,Maria Júlia,Misael Santos.
Curso :Eletrotécnica                                                                   Turma :88132

Alessandro Volta – Grande Físico e Precursor da Bateria Elétrica


Alunos: Anderson Lima, Irla Caldas, Jarbas Filho e Kelvin Hamilton.
Curso: Eletrotécnica - 3° Ano
Turno: Vespertino - 88132
Professor: Dielson hohenfeld
Disciplina: Física


Alessandro Giuseppe Volta

No início do século XIX, um novo ramo da física fascinava os pesquisadores, a eletricidade. Era estranho que dois corpos pudessem atrair um ao outro só porque tinham sido friccionados, gerando aquele "fluido misterioso" chamado eletricidade. Para a sociedade de então, eram experiências que lembravam a magia; mas os físicos desconfiavam que o estudo de tais fenômenos, que pareciam ter leis bem determinadas, as quais abririam caminhos a novos conhecimentos, vastos e interessantes. Já vislumbravam relações entre os fenômenos elétricos e químicos, já que a eletricidade parecia favorecer determinadas reações ou dissociações de compostos, entre eles a água.

As experiências, contudo, apresentavam grandes dificuldades, principalmente porque só se sabia produzir eletricidade friccionando dois corpos entre si. Com essa operação, de fato, se obtém a separação de cargas elétricas superficiais, ou seja, um dos corpos passa a ter elétrons em excesso e no outro há falta deles. 

Na época, ainda não se havia conseguido produzir a eletricidade de modo constante, com corrente fluindo continuamente através de um condutor. Existiam máquinas eletrostáticas rudimentares que serviam apenas para um número limitado de experiências. Para medir a quantidade de eletricidade com que se faziam as experiências, usavam-se procedimentos pouco sensíveis, capazes de medir cargas elétricas apenas quando estas fossem grandes. As quantidades pequenas de carga fugiam à capacidade de medida da época. 

Corrente elétrica é o fluxo de elétrons que atravessa um condutor. A primeira fonte de corrente elétrica contínua foi demonstrada em 1800 pelo físico italiano Alessandro Volta. Sua pilha voltaica original usava energia química para produzir corrente elétrica. A pilha consistia de uma série de pares de placas metálicas (uma de prata, e outra de zinco) empilhadas umas sobre as outras, havendo entre cada par um tecido embebido em solução de ácido diluído. 

O mesmo princípio é ainda utilizado na pilha elétrica atual. Suas placas são denominadas eletrodos e devem ser feitas de metais diferentes. Uma delas pode ser feita de carbono. O eletrodo positivo é chamado de ânodo e o eletrodo negativo é chamado de cátodo. A solução ácida é denominada eletrólito e, na pilha seca, é absorvida sob forma de pasta. Diversas pilhas conectadas em série (do positivo para o negativo) recebem o nome de bateria e produzem voltagem mais alta que uma pilha única. Algumas baterias, conhecidas corno acumuladores, podem ser "recarregadas" pela passagem de corrente elétrica que retorna através delas. Princípios semelhantes são empregados na eletrólise e na galvanização.

Após este passo, pouco tempo bastou para que as relações entre as correntes elétricas e os campos magnéticos fossem descobertas. Para isso foi também de grande auxílio outra invenção de Volta: um dispositivo que permitia medir quantidades minúsculas de eletricidade estática. A contribuição de Volta para o progresso da Ciência foi realmente notável, especialmente considerando ter sido um autodidata. Não se dedicou somente à eletrodinâmica, mas se interessou profundamente na solução de diversos problemas industriais.

Curiosidades:

Alessandro Volta teve várias invenções na área da eletrostática. Para conhecer algumas delas veja abaixo: 

Eletróforo

O eletróforo (elletroforo perpetuo) foi inventado por Volta em 1775. Ele é um gerador eletrostático muito simples. Ele consiste de duas placas - uma isolante, que é eletrizada por atrito, e em uma placa metálica, com bordas arredondadas, e de um cabo isolante. Se a placa metálica é encostada na placa isolante eletrizada e tocada, esta se carrega com carga oposta à da placa eletrizada, e a carga assim gerada pode ser retirada afastando-se a placa metálica, segurando-a pelo cabo. O afastamento provoca aumento de tensão, e uma faísca pode ser obtida da placa metálica. Antes de Volta existiram máquinas eletrostáticas mais primitivas.


Eletrômetro de Palha

O eletrômetro de palha é um instrumento envolvido por um recipiente de vidro para evitar correntes de ar. Ele consiste de duas palhas que ficam em contacto com um condutor preso na extremidade superior. Quando o condutor não está carregado à palha fica alinhada na vertical por causa da gravidade, mas quando a bola da extremidade do condutor é tocada por um corpo eletricamente carregado, parte da carga é difundida através do condutor. As palhas, carregadas identicamente, se repelem, formando um ângulo proporcional à carga. O eletrômetro se baseia nas propriedades fundamentais da eletrostática, onde corpos com cargas elétricas de mesmo sinal se repelem, enquanto aqueles com cargas elétricas opostas se atraem.


Lâmpada de hidrogênio

A lâmpada de hidrogênio foi inventada por Volta em 1777 e ficou muito popular porque ela mostrava a formação de uma chama quando a lâmpada sofria ignição. O hidrogênio gasoso era formado pela reação do zinco metálico com o ácido sulfúrico. A lâmpada de hidrogênio funciona quando o hidrogênio, formado pela reação de zinco metálico com ácido sulfúrico, sofre ignição gerando uma chama.


Pilha de Volta 

A pilha de Volta consiste de discos feitos dos metais zinco e cobre, dispostos empilhados, de alternada e separados por pedaços de tecido que tinham sido mergulhados anteriormente em uma solução de ácido sulfúrico. No momento que um fio condutor é conectado aos discos de zinco e cobre, das extremidades da pilha, há a geração de corrente elétrica. Foi inventada por Volta em 1800.


Pistola elétrica

A pistola elétrica é um dispositivo baseado na propriedade de o metano ser inflamável. Este gás é conhecido como o ar inflamável dos pântanos. A pistola é um tubo cheio do gás que explode quando submetido a uma faísca elétrica oriunda de um dispositivo do tipo de um capacitor. Volta inventou a pistola em 1778 e a usou para estudar as relações estequiométricas entre os componentes das reações de combustão.


Referências:




Biografia do importante Físico e Matemático Francês Ampère


Disciplina: Física                        Professor: Dielson Pereira.
Alunos (as): Evelly Midiã, John Wilker e Renata.   
Curso: Eletrotécnica                                      Turma: 88132


André Marie Ampère

Imagem 1
André Marie Ampère nasceu em Lyon na França, em 20 de Janeiro de 1775. Seu pai, o comerciante Jean Jacques Ampére teve grande contribuição em seus conhecimentos linguísticos e religiosos. Ampère foi um excelente professor de matemática, física e química, chegando a lecionar na escola politécnica de Paris, devido a essa sua ótima reputação. Sua vida pessoal nunca foi tão atraente, seu pai morreu em 1793 guillotinado, vitíma da Revolução Francesa, e sua esposa chegou também a falecer logo depois do matrimônio em 1803. Porém, esses acontecimentos não foram pretextos para o fracasso, ele mostrou grande empenho e dedicação em suas experiências e investigações.
Além de professor, Ampère desenvolveu trabalhos de suma importância no ramo da física, química e da matemática. Como exemplo de alguns de seus trabalhos mais importantes tem a publicação da tese sobre refração da luz e a classificação de elementos da tabela períodica, estabeleceu a diferença entre átomos e moléculas, enunciou também o chamado princípio de Avogrado. No entanto, Ampère não parou por aqui, partindo das experiências elaboradas pelo dinamarquês Hans Oersted sobre o efeito magnético da corrente elétrica, ele iniciou os estudos sobre fenômenos eletromagnéticos e partindo para várias experiências, descobriu que dois fios exercem uma ação atrativa ou repulsiva um sobre o outro, de acordo com o sentido das correntes que os percorrem, sem qualquer intervenção de imãs e esta descoberta eliminou da ciência a ideia de fluido magnético. Ele também idealizou um galvanômetro e inventou o primeiro telégrafo elétrico. Sua pesquisa e descoberta sobre a distinção entre intensidade de corrente elétrica que circula num condutor e a tensão, deu origem a solenóide.
Então de acordo com todas as investigações e descobertas de Ampère é possível dizer que estas foram de fundamental importância para o ramo da eletricidade, principalmente para Maxwell, Weber e Faraday no campo do eletromagnetismo.
Ampère faleceu em Marselha no dia 10 de julho de 1836. A unidade de ampère (A) que é a medida de corrente elétrica existe em sua homenagem.  


Referências:

Sites visitados em 15/07/2011



sexta-feira, 15 de julho de 2011

Os Grandes Físicos da História da Eletricidade


Trabalho elaborado pelos alunos Ariela Matos, Julianna Maia, Luan Braga, Ramon Quintino e Uendeo Luz, do 3° Ano de Eletrotécnica, solicitado pelo Professor Dielson Hohenfeld, da Disciplina de Física.





Gustav Robert Kirchhoff (1824 – 1887)


Figura 01
      Gustav Robert Kirchhoff, nascido em 12 de Março de 1824, no antigo País da Prússia, foi um importante pensador do século XIX, possuindo valiosas contribuições na área das Ciências Exatas, sendo as mais importantes delas no Estudo da Emissão de Radiação dos Corpos Negros, na Teoria da Elasticidade e na Analise de Circuitos Elétricos.

Nosso objetivo agora é abordar suas contribuições na Área da Eletricidade, e compreender suas Leis para Analise de Circuitos Elétricos, que formulou ainda em seu período de estudante universitário.
Para entender as leis propostas por Kirchhoff, temos que apreender alguns conceitos da analise de circuitos que são os Nós e as Malhas. 
Um Nó é um ponto onde se encontram três ou mais fios, já uma malha é uma ramificação fechada em um circuito elétrico, onde se sai de um nó e se retorna para o mesmo. Os Nós são representados por letras maiúsculas (A, B, C...) e uma Malha é representada por um conjunto de letras (Malha ABCD, por exemplo).
Através destes conceitos, Kirchhoff propõem suas leis, sendo o primeiro referente aos nós, que tem por enunciado "Em cada nó, a soma das correntes que nele chegam é igual a soma das correntes que dele saem". Essa Lei é conhecida como Lei da Tensão nos Nós.
Figura 02

A imagem ao lado ilustra bem o enunciado da Primeira Lei de Kirchhoff, onde vemos, no nó B, as Correntes I1, I2, I3 e I4 entrando no nó, e I5 saindo do nó. Para este exemplo, podemos escrever a seguinte equação:
                            I1 + I2 + I3 + I4 = I5,  logo,   I1 + I2 + I3 + I4 - I5 = 0.

A partir de tais constatações, podemos notar perceber uma característica importante dos nós: Um nó não acumula cargas elétricas, ou seja, possui, a priori, capacidade nula, visto que, para formular tais leis, Kirchhoff baseou-se no Princípio da Conservação de Energia e no Princípio da Conservação da Carga Elétrica.
O enunciado da Segunda Lei de Kirchhoff, aplicada às malhas, diz que “a soma das quedas de tensão em uma malha fechada é igual à diferença de potencial existente nos terminais desta malha, ou melhor, a soma das quedas de tensão em uma malha fechada é igual à zero”.
Figura 03

O Circuito mostrado na Figura 03 ilustra bem o Principio da Segunda Lei de Kirchhoff, ou Lei dos Circuitos de Malhas, onde a soma das tensões aplicadas no circuito V1 e V2, é igual à soma das quedas de tensão I*R1 + I*R2. Podemos escrever então:
V1 + V2 = I*R1 + I*R2, logo, 
V1 + V2 - I*R1 - I*R2 = 0


Por fim, podemos concluir que Kirchhoff foi um físico que colaborou de forma grandiosa para o avanço da eletricidade, com suas contribuições para a análise de circuitos elétricos, visto que suas Leis são validas até hoje, e são estudadas nos mais diversos cursos relacionados à eletricidade. 


Principais Referências Utilizadas: 


Curso de Eletrotécnica Vol. 1, Eng.° Benedetto Falcone, Editora Hemus.
<http://www.lasallecaxias.com.br/alunos/fisica/kirchof/leiskirch.htm>
<http://www.nndb.com/people/530/000097239/>
Figura 01: <http://micro.magnet.fsu.edu/optics/timeline/people/kirchhoff.html/>

Figura 02: <http://www.fisicaevestibular.com.br/eletrodinamica13.htm>
Figura 03: 
<https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEip33NaWXO0WlHal1LdioPEeNA4q_1yFjMHRrY1C6HF1quaCtPFlk_YDGzf30YaxSWi44QMkz0XrDfVX0vFU1rjXzw71MOYqZz3slF7JjJpB_e5ashxQ42AIbBdP6ts3q18lb5QECf8iTr9/s1600-h/kirchhoff.jpeg>